Do dia em que a colaboradora conta o diagnóstico ao primeiro ano depois do retorno: o que fazer, o que evitar e o que diz a lei, em cada momento.

Preencha e acesse na hora.

Quase todo material de Outubro Rosa fala de prevenção. Quase nenhum fala do que acontece dentro da empresa quando o diagnóstico chega, e é aí que se decide se a colaboradora atravessa o tratamento com o emprego, a carreira e a dignidade preservados.
O guia é organizado pelos momentos em que RH e liderança mais precisam de orientação. Dá para ir direto ao que você está vivendo agora.
Como conduzir a primeira conversa e proteger o sigilo.
Ajustes de agenda, metas e equipe, e o que diz a lei sobre ausências.
Como manter o vínculo sem pressionar, e o que não pode ser cortado.
Exame de retorno, conversa de volta e plano das primeiras 12 semanas.
Avaliação de desempenho justa e uma carreira que continua andando.
Desligamento, avaliação, mudança de função e plano de saúde: onde está o risco e o que torna cada decisão defensável.
Um texto para a sua campanha de outubro que responde à pergunta que ninguém faz em voz alta.
Dados do INCA, do INSS, do TST e de estudos científicos, com os limites de cada um.
Você responde perguntas sobre a função, não sobre a saúde da colaboradora. A ferramenta monta um plano de 12 semanas com fases, ajustes, conversas de acompanhamento com data e responsáveis, pronto para imprimir ou salvar em PDF.
Nada é armazenado: o plano é gerado no seu navegador.

Processos, direitos, riscos jurídicos e a coordenação entre liderança, SST e jurídico.
Roteiros de conversa, ajustes de rotina e de metas, e como acompanhar a pessoa no dia a dia. Pronta para o RH enviar aos gestores.
Não existe proibição absoluta, mas a Súmula 443 do TST presume discriminatória a dispensa de empregado com doença grave que suscite estigma, e o TST aplica esse entendimento a quem tem câncer. Cabe à empresa provar que a doença não foi o motivo. Sem essa prova, as condenações incluem reintegração, salários do período e indenização por dano moral.
Entre os principais: afastamento pago pela empresa nos primeiros 15 dias e benefício do INSS a partir do 16º, sem exigência de carência; saque do FGTS; manutenção do plano de saúde durante o afastamento; e proteção contra dispensa discriminatória. Para exames preventivos de câncer, a CLT permite faltar até 3 dias a cada 12 meses sem desconto no salário.
Se a ausência durou 30 dias ou mais, o exame de retorno com o médico do trabalho deve acontecer antes de a pessoa reassumir a função, e é ele que define se o retorno será gradativo. Depois, o ideal é um plano combinado com a colaboradora, com metas ajustadas, carga crescente e conversas de acompanhamento nas primeiras semanas.
Não. A Súmula 440 do TST garante a manutenção do plano de saúde durante o afastamento, e o tribunal tem aplicado esse entendimento também ao afastamento por doença comum.
Sim. Basta preencher o formulário para acessar o guia completo, incluindo a ferramenta de plano de retorno e o modelo de comunicado interno.
O guia leva poucos minutos para consultar e serve para qualquer diagnóstico de câncer, não só em outubro.