Câncer de mama no trabalho: guia para RH e liderança | YouRH
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Outubro Rosa

E se der positivo?Guia para RH e liderança sobre câncer de mama no trabalho

Do dia em que a colaboradora conta o diagnóstico ao primeiro ano depois do retorno: o que fazer, o que evitar e o que diz a lei, em cada momento.

  • Roteiros prontos para as conversas mais difíceis
  • Ferramenta que monta o plano de retorno ao trabalho em minutos
  • O que a lei diz sobre afastamento, plano de saúde e desligamento
  • Comunicado pronto para a sua campanha de Outubro Rosa
Duas profissionais da YouRH com camisetas rosa e laço do Outubro Rosa

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Profissional de RH consultando o guia no notebook
Tela do guia no celular, com o roteiro da primeira conversa

Sua campanha pede o exame. Ela diz o que acontece se der positivo?

Quase todo material de Outubro Rosa fala de prevenção. Quase nenhum fala do que acontece dentro da empresa quando o diagnóstico chega, e é aí que se decide se a colaboradora atravessa o tratamento com o emprego, a carreira e a dignidade preservados.

  • O INCA estima 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028, a maioria depois dos 50 anos, quando muitas mulheres seguem empregadas.
  • No principal estudo brasileiro, só 30,3% das mulheres tinham voltado ao trabalho um ano após o diagnóstico, e apenas 29,1% receberam oferta de ajustes.
  • Metade das pessoas com câncer tem medo de contar o diagnóstico no trabalho, segundo o movimento global Working With Cancer.

Um protocolo para cada momento da jornada

O guia é organizado pelos momentos em que RH e liderança mais precisam de orientação. Dá para ir direto ao que você está vivendo agora.

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  1. 1

    A notícia

    Como conduzir a primeira conversa e proteger o sigilo.

  2. 2

    O tratamento

    Ajustes de agenda, metas e equipe, e o que diz a lei sobre ausências.

  3. 3

    O afastamento

    Como manter o vínculo sem pressionar, e o que não pode ser cortado.

  4. 4

    O retorno

    Exame de retorno, conversa de volta e plano das primeiras 12 semanas.

  5. 5

    O primeiro ano

    Avaliação de desempenho justa e uma carreira que continua andando.

Decisões delicadas

Desligamento, avaliação, mudança de função e plano de saúde: onde está o risco e o que torna cada decisão defensável.

Comunicado pronto

Um texto para a sua campanha de outubro que responde à pergunta que ninguém faz em voz alta.

Fontes verificadas

Dados do INCA, do INSS, do TST e de estudos científicos, com os limites de cada um.

O plano de retorno, pronto em minutos

Você responde perguntas sobre a função, não sobre a saúde da colaboradora. A ferramenta monta um plano de 12 semanas com fases, ajustes, conversas de acompanhamento com data e responsáveis, pronto para imprimir ou salvar em PDF.

Nada é armazenado: o plano é gerado no seu navegador.

Uma versão para o RH, outra para a liderança

Duas profissionais conversando diante de um notebook

Para o RH

Processos, direitos, riscos jurídicos e a coordenação entre liderança, SST e jurídico.

Para a liderança

Roteiros de conversa, ajustes de rotina e de metas, e como acompanhar a pessoa no dia a dia. Pronta para o RH enviar aos gestores.

Perguntas frequentes

A empresa pode demitir uma funcionária com câncer de mama?

Não existe proibição absoluta, mas a Súmula 443 do TST presume discriminatória a dispensa de empregado com doença grave que suscite estigma, e o TST aplica esse entendimento a quem tem câncer. Cabe à empresa provar que a doença não foi o motivo. Sem essa prova, as condenações incluem reintegração, salários do período e indenização por dano moral.

Quais são os direitos trabalhistas de quem tem câncer de mama?

Entre os principais: afastamento pago pela empresa nos primeiros 15 dias e benefício do INSS a partir do 16º, sem exigência de carência; saque do FGTS; manutenção do plano de saúde durante o afastamento; e proteção contra dispensa discriminatória. Para exames preventivos de câncer, a CLT permite faltar até 3 dias a cada 12 meses sem desconto no salário.

Como deve ser o retorno ao trabalho depois do tratamento?

Se a ausência durou 30 dias ou mais, o exame de retorno com o médico do trabalho deve acontecer antes de a pessoa reassumir a função, e é ele que define se o retorno será gradativo. Depois, o ideal é um plano combinado com a colaboradora, com metas ajustadas, carga crescente e conversas de acompanhamento nas primeiras semanas.

O plano de saúde pode ser cancelado durante o afastamento?

Não. A Súmula 440 do TST garante a manutenção do plano de saúde durante o afastamento, e o tribunal tem aplicado esse entendimento também ao afastamento por doença comum.

O guia é gratuito?

Sim. Basta preencher o formulário para acessar o guia completo, incluindo a ferramenta de plano de retorno e o modelo de comunicado interno.

Esteja pronto antes de precisar.

O guia leva poucos minutos para consultar e serve para qualquer diagnóstico de câncer, não só em outubro.

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